Diretório de Laboratórios da Universidade do Estado do Amazonas - UEA

Sobre a iniciativa

Através do Diretório de Laboratórios, os membros da comunidade acadêmica da UEA podem acessar informações detalhadas sobre cada laboratório, incluindo sua localização, infraestrutura disponível, linhas de pesquisa, responsáveis, colaboradores e muito mais. Essa ferramenta facilita o planejamento e a organização de atividades acadêmicas e de pesquisa, promovendo uma maior integração entre os diferentes departamentos e áreas de conhecimento da universidade. Em suma, o Diretório de Laboratórios da Universidade do Estado do Amazonas desempenha um papel crucial no fomento da pesquisa científica, no ensino de qualidade e na formação de profissionais capacitados e preparados para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo.

Imagem logo do Campus Lab
Laboratórios

268

Equipamentos

1220

Laboratórios Disponiveis

Resultados Encontrados: 268
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Herbário do CESP

O Herbário é uma coleção de plantas secas essenciais para estudos de florística, ecologia, botânica (taxonomia, morfologia, anatomia, fisiologia), evolução, biologia da conservação, etnobotânica, botânica econômica, paleobotânica, biodiversidade, dentre outros. O Herbário do Cesp é composto por coleções científicas e didáticas. As coleções botânicas são ferramentas para muitas outras áreas e importante fonte de dados para o planejamento do manejo sustentável dos recursos naturais e programas de recuperação ambiental. As informações depositadas nas coleções botânicas são reconhecidas, como prioritárias para os estudos da biodiversidade e outros. Uma coleção científica botânica é de grande importância no que diz respeito às espécimes vegetais, pois, por meio dos exemplares é possível mostrar a biodiversidade, independente da época de frutificação ou floração. Os levantamentos florísticos são importantes para o conhecimento da biodiversidade existente na área. A identificação científica correta das espécies é fundamental para o desenvolvimento das ciências básica e aplicada. Estes acervos possuem grande importância na preservação e manutenção do material botânico, tornando-os disponíveis para o acesso de alunos e pesquisadores com a finalidade de servir como um arquivo para a identificação de espécies vegetais, tendo importância para a pesquisa e assim contribuir com o conhecimento, para que atuem como importante suporte para pesquisas científicas, fins agronômicos, material didático, bem como um acervo científico de qualidade, visando formação e capacitação de recursos humanos dos acadêmicos envolvidos na área de coleções. As coleções didáticas são para fins educativos para os acadêmicos e alunos de escolas e outras instituições de ensino visitarem.

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Laboratório de Turismo - LABOTUR

O Laboratório do Curso de Turismo (LABOTUR) foi inaugurado no mês de outubro de 2015 e, desde então, é uma importante ferramenta para a qualificação e formação dos alunos. O seu objetivo é aperfeiçoar o profissional da área e oferecer Pós-Graduação Lato Sensu (especialização) em Educação Museal: Fundamentos Teóricos e Pedagógicos de Aprendizagens, parcerias estabelecidas com a finalidade de fortalecer o conhecimento científico interdisciplinar, por meio de pesquisas, projetos, eventos e atividades de cunho acadêmico e extensionista, agregando discentes e egressos. Tal parceria está articulada em torno de dois projetos estruturantes com ênfase interdisciplinar, o projeto “Se Essa Rua Fosse Minha” o qual em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN-AM) tem sido essencial para a candidatura do Teatro Amazonas como patrimônio mundial; e o projeto “DE BUBUIA: uma análise da infraestrutura turística dos balneários de Iranduba (AM) para o desenvolvimento do turismo” que visa integrar saberes interdisciplinares referentes ao turismo, patrimônio cultural, estudos urbanos, arqueologia e gestão dos recursos hídricos. Este último encontra-se em fase inicial. Ambos envolvem atividades de campo, análises interdisciplinares, organização de dados, produção científica e devolutivas sociais. O LABOTUR realiza ainda, o Prêmio de Turismo Maria Helena Fonsêca e sedia o Grupo de Pesquisa do Observatório de Turismo da UEA, certificado no CNPQ, desde 2017, o qual também compreende uma Rede Interinstitucional de órgãos e entidades públicas e privadas, além dos 65 observatórios que pertencem à Rede Brasileira de Observatórios de Turismo – RBOT (https://www.rbotbrasil.com/ ), no qual o Observatório de Turismo da UEA é afiliado e faz parte da Diretoria. O LABOTUR auxilia estudantes na elaboração de resumos, artigos e apresentações para eventos como RBOT, e SEMINTUR Jr e, em virtude da recente parceria, apoia o Simpósio Transfronteiras coordenado pelo PPGICH-UEA, o qual inclui palestras, mesas-redondas, oficinas, workshops, fóruns, minicursos, painéis de extensão e apresentação de pesquisas em Grupos de Trabalho (GTs) e acontece simultaneamente em Manaus, Tefé, Parintins e Tabatinga, reunindo acadêmicos, pesquisadores, movimentos sociais e comunidade em geral, reafirmando seu caráter interdisciplinar, político e cultural de reflexão sobre as realidades da Amazônia. A estrutura do LABOTUR disponibiliza 3 salas, assim constituídas: Sala 1 – Eventos/Planejamento e Gestão do Turismo: proporciona o planejamento e operacionalização de eventos, visitas técnicas bem como a elaboração e gestão do planejamento turístico municipal e estadual em parceria com os respectivos órgãos oficiais, com dimensões de 2,50m de altura, 5,20m de comprimento e 5,50m de largura com capacidade 30 pessoas; Sala 2 – Hotelaria: possibilita o aprendizado em sala da hotelaria contemplando a ambientação da área de recepção e uma Unidade Habitacional (UH) de um hotel, com dimensões de 2,50m de altura, 5,22m de comprimento e 3,65m de largura com capacidade de 15 pessoas; Sala 3 – Agência de Turismo: possibilita o planejamento de roteiros, viagens, aulas práticas em agenciamento e suporte para as visitas técnicas das demais disciplinas do curso, possui 2,50m de altura, 3,80m de comprimento e 3,98m de largura, com capacidade de 5 pessoas. O LABOTUR-UEA tem prestado auxílio aos Cursos de Tecnologia em Gestão de Turismo no interior do estado, contemplando em 2026, os municípios de Manacapuru, Novo Airão e Carauari-AM e em 2027, será ofertado nos municípios de Careiro Castanho, Barcelos e Benjamin Constant-AM, e o laboratório permanecerá apoiando as atividades e discentes do curso. As atividades desenvolvidas no LABOTUR reforçam o compromisso com o turismo em territórios amazônicos, a produção de conhecimento científico, a formação crítica de estudantes e egressos de cursos de graduação e pós-graduação Scrito Sensu e Lato Sensu, assim como, a ampliação do diálogo entre a universidade, comunidades e gestores públicos, contribuindo para a valorização da educação e ensino de qualidade no estado do Amazonas.

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Clínica de Direitos Humanos e Direito Ambiental - CDAHDA

Ao longo de mais de uma década de atuação, a Clínica DHDA ganhou projeção regional, nacional e internacional, integrando redes destinadas ao desenvolvimento e capacitação do ensino clínico, a saber, a Rede Amazônica de Clínicas de Direitos Humanos, fundada em 2011; o Fórum Nacional de Clínicas Jurídicas, fundado em 2017 (associado à Rede Brasileira de Clínicas Jurídicas lançada em 2020) e a Aliança de Clínicas Jurídicas Ambientais, fundada em 2019 no âmbito da Rede Latino-americana de Clínicas Jurídicas, além de fazer parte da Global Mercury Partnership do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, o que fortalece e amplia seu escopo de atuação . A Clínica de Direitos Humanos e Direito Ambiental (Clínica DHDA) da Universidade do Estado do Amazonas – UEA atualmente é regida pela Resolução nº 006/2023 do CONAED, institucionalizada como Programa de Ensino, Pesquisa, Extensão e Assistencia Judiciária. A Clínica DHDA nasceu em 31 de maio de 2010, com o início do movimento do ensino clínico aplicado ao direito no Brasil Um ano depois, a Clínica DHDA foi institucionalizada, juntamente com a aprovação de seu Regulamento, pela Resolução CONAESO nº. 032, de 09/05/2011, como fração da estrutura orgânica do Núcleo de Prática Jurídica da Escola Superior de Ciências Sociais (atual Escola de Direito). Desde então, a formação clínica fez parte do Núcleo de Prática Jurídica da Escola de Direito da UEA, o que sem dúvida representou uma iniciativa pioneira entre as instituições de ensino superior no Brasil.